domingo, 17 de novembro de 2013

FILIPINAS PEDE SOCORRO URGENTES !!!! Autoridades filipinas sobem número de mortos por tufão para 3.681 ONU e governo filipino preveem que o número de vítimas ainda deve subir. Tufão Haiyan afetou 10 milhões de pessoas, segundo relatório.

As autoridades das Filipinas aumentaram neste domingo para 3.681 o número de mortos por causa do tufão Haiyan, enquanto a ajuda começa a chegar às áreas mais remotas assoladas pelo desastre nas províncias centrais do país. A Organização das Nações Unidas (ONU) e o governo filipino preveem que o número de vítimas suba nos próximos dias quando os corpos forem retirados dos escombros e das casas derrubadas. Segundo o último relatório do Conselho Nacional de Gestão Redução de Risco de Desastres, há mais de 10 milhões de afetados, enquanto o número de feridos chega a 12.544 e o de desaparecidos a 1.186 após o tufão que passou pelo arquipélago no dia 8 de novembro. Mais de 3,9 milhões de pessoas foram deslocadas pelo Haiyan, das quais apenas 348.870 estão em centros de evacuação, enquanto as casas destruídas foram 543.127. Na cidade de Tacloban, uma das mais afetadas, o vereador Tecson John Lim disse que foram recuperados até o momento 802 corpos, dos quais 535 foram depositados em bolsas e 392 enterrados em uma vala comum. Com a chegada da ajuda internacional os últimos dias, as vítimas começaram a receber provisões e atendimento médico no meio da devastação do desastre. Mulher bombeia ar manualmente para manter marido vivo nas Filipinas Homem é uma das vítimas do supertufão Haiyan. Ele teve perna amputada e infecção em hospital de Tacloban.
15/11 - Mulher mantém seu marido vivo ao bombear ar de forma manual em hospital de Tacloban, nas Filipinas (Foto: Philippe Lopez/AFP) Uma mulher mantinha seu marido vivo ao bombear ar manualmente para seus pulmões nesta sexta-feira (15) em um hospital de Tacloban, nas Filipinas, após ele ficar ferido durante a passagem do supertufão Haiyan pelo país. A cidade foi uma das mais afetadas, e o hospital Divine World, onde o homem estava internado, sofria com a falta de estrutura e de recursos. A vítima teve uma das pernas amputadas e sofreu uma infecção, o que levou à necessidade de receber oxigenação. A identidade do casal não foi informada. O hospital operava sem teto, água corrente ou eletricidade. Médicos, enfermeiras e outros funcionários corriam de um lado para o outro entre pacientes com terríveis ferimentos. O hospital é o único da cidade a continuar funcionando na cidade, além de uma instalação do governo. A tempestade inundou todo o piso térreo do hospital, que tinha 200 leitos, destruindo o aparelho de ressonância magnética que ainda não havia sido pago, máquinas de ultrassom e raio-X, além de laboratórios e salas de emergência. Nove pacientes morreram durante a passagem do supertufão quando a energia acabou – eles dependiam de aparelhos para sobreviver. Além do paciente que dependia da ajuda da mulher para sobreviver, havia outros com problemas semelhantes. Três homens aguardavam para ter suas pernas amputadas – um deles tinha uma fratura exposta, e os outros dois grandes feridas abertas. Mortos O Conselho Nacional para a Redução e a Gestão das Catástrofes Naturais anunciou nesta sexta um balanço de 3.621 mortes. Desde a passagem do tufão, há uma semana, 1.140 pessoas foram consideradas desaparecidas, afirmou à AFP Reynaldo Balido, porta-voz do organismo governamental. O balanço anterior do governo citava 2.360 vítimas fatais e 77 desaparecidos. Poucas horas antes, o Escritório de Coordenação de Assuntos Humanitários das Nações Unidas (OCHA, na sigla em inglês) anunciou um balanço de 4.460 mortos. O organismo afirmou ter obtido os dados da unidade regional do comitê filipino, que no entanto desmentiu os números, antes de anunciar o balanço revisado. FONTE :G1.COM

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