sexta-feira, 29 de novembro de 2013

MINAS GERAIS:CASO BEBEZINHO SEQUESTRADO EM BELO HORIZONTE-MG

TJMG concede liberdade provisória a mãe que inventou sequestro de bebê Ela entregou a criança de dois meses a um casal do Rio de Janeiro. Jovem foi presa depois de a polícia encontrar o menino.
A Justiça mineira informou, na tarde desta sexta-feira (29), que concedeu liberdade provisória a Renata Soares, de 19 anos, que, segundo a polícia, inventou o sequestro do filho. A jovem foi presa, nesta segunda-feira (25) em Belo Horizonte, depois que o bebê de dois meses com um casal de adolescentes no Rio de Janeiro. De acordo com a advogada Claudineia de Souza Gonçalves, que representa Renata, a expectativa é que a cliente deixe a prisão ainda nesta sexta. Às 15h15, a Secretaria de Estado de Defesa Social (Seds) disse que o alvará de soltura não havia chegado ao Complexo Penitenciário Feminino Estevão Pinto, onde a jovem está detida. O G1 tentou entrar em contato com o pai do bebê, Johney Nulhia, para comentar a decisão da Justiça, mas até a publicação desta reportagem ele não havia sido localizado. De acordo a defensora, o pedido de liberdade provisória, com substituição da prisão por outra medida cautelar, foi entregue à Justiça nesta quarta-feira (29). Ainda de acordo com a advogada, a jovem doou o filho. “Já ficou cabalmente provado que não teve negociação financeira, ela não vendeu o bebê”, enfatizou. Este é um dos pontos investigados pela Polícia Civil. Nesta quinta-feira (28), a corporação divulgou que Renata Soares revelou o motivo que a levou a entregar o bebê. De acordo com a polícia, em depoimento, ela disse que teria doado o menino porque tem dúvida sobre a paternidade da criança. Ainda segundo a corporação, a existência de outros motivos para a entrega não foram descartados e, por isso, o inquérito segue o curso normal. A defesa de Renata Soares confirma a informação passada pela polícia e sustenta que a jovem esteja sofrendo de depressão pós-parto. Segundo Claudineia, a cliente também está “muito chorosa” e “muito desesperada”, o que demonstraria necessidade de tratamento psicológico. A polícia passou a investigar o sumiço do menino, neste sábado (23), depois de ser acionada por Johney Nulhia. Na ocasião, Renata relatou que foi abordada, no Centro de Belo Horizonte, por três pessoas e que teve o filho tirado dos braços. A versão foi negada pela Polícia Civil nesta segunda-feira (25). FONTE:G1.COM

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