segunda-feira, 8 de setembro de 2014

GESTO DE BOM CIDADÃO HONORARIO ,ELES CONSTOEMCASAS PARA QUEM PRECISA DE MORADIA

Grupo de voluntários constrói casas para famílias carentes em Piracicaba Atualmente, eles reformam imóvel no bairro Boa Esperança, na periferia. Projeto lembra quadro 'Lar Doce Lar', de Luciano Hulk, na Rede Globo.
Grupo de voluntários com parte da família beneficiada por reforma (Foto: Fernanda Zanetti/G1) Um grupo de aproximadamente 10 voluntários decidiu se juntar há dois anos para construir ou reformar casas de pessoas carentes em Piracicaba (SP). Da escolha do projeto à execução da obra, guardadas as proporções, o processo até lembra o quadro 'Lar Doce Lar', do programa de Luciano Huck na Globo. Primeiro, eles conhecem as histórias de vida daqueles que podem receber a ajuda e, logo depois, começam a trabalhar. Cinco famílias já foram beneficiadas com a iniciativa. O propósito, segundo os voluntários, é ajudar ao próximo, com amor, e por um "mundo melhor". Há seis meses, esse pessoal formado por moradores do bairro Santa Olímpia começou a reformar uma residência na região do Boa Esperança, na periferia de Piracicaba. “Nosso trabalho é ajudar. Já estamos na quinta casa e fazemos sempre com muito amor. Contamos com a solidariedade dos moradores do nosso bairro e também de empresas que ajudam a manter o projeto. Nosso objetivo é dar um pouco de dignidade às pessoas mais carentes”, contou o voluntário Daniel José Forti, de 58 anos, que trabalha como motorista.
O trabalho dos voluntários é realizado aos finais de semanas e, às vezes, durante a semana mesmo. Todo o material usado e a mão de obra são doados para a família escolhida pelo grupo, que faz todo serviço na casa, desde elétrica e encanamento até o acabamento. Projeto em Santa Olímpia De acordo com Forti, no bairro Santa Olímpia existe um projeto solidário em que cada morador interessado em ajudar ao próximo doa R$ 20 por mês. Com o dinheiro, os voluntários compram uma parte do material. Quando a verba acaba e o grupo não consegue outras doações de empresas, por exemplo, alguns tiram dinheiro do próprio bolso para finalizar o imóvel. A escolha da casa Não existe um critério de seleção específico para a escolha da família beneficiada. Em geral, os voluntários acabam se identificando com a história de vida das pessoas, se reúnem, juntam o dinheiro e começam o trabalho. A família escolhida para o projeto atual foi a da dona de casa Vilmara Procópio da Silva, de 34 anos, que vive em um imóvel de dois quartos com os oito filhos e o marido. Ela trabalhou com o irmão de Forti, que contou a história dela aos voluntários. Forti disse que, quando o grupo chegou à casa da mulher pela primeira vez, o sentimento era de tristeza. “Era muito triste. A casa não tinha esgoto, o banheiro era do lado de fora e havia outros problemas estruturais no local." Trabalho e alegria Com um sorriso estampado no rosto, a dona de casa até se emociona ao relatar a mudança proporcionada pelos voluntários em sua moradia. “Antes eu rezava para que não chovesse porque o telhado estava com problema e caia água dentro de casa. O quintal era de terra e passava esgoto." Forti disse que, quando o grupo chegou à casa da mulher pela primeira vez, o sentimento era de tristeza. “Era muito triste. A casa não tinha esgoto, o banheiro era do lado de fora e havia outros problemas estruturais no local."
Dona de casa mostra banheiro reformado por voluntários (Foto: Fernanda Zanetti/G1) Trabalho e alegria Com um sorriso estampado no rosto, a dona de casa até se emociona ao relatar a mudança proporcionada pelos voluntários em sua moradia. “Antes eu rezava para que não chovesse porque o telhado estava com problema e caia água dentro de casa. O quintal era de terra e passava esgoto." Ela contou que a ficava deprimida dentro de casa, devido às condições precárias. Mas logo que o trabalho começou, Vilmara disse que voltou a sorrir. “Eles trouxeram alegria para nós. Não só para mim, mas para meu marido e meus filhos.” Vilmara não vê a hora que a reforma termine, mas segundo os voluntários, isso ainda deve demorar uns três meses. É que na parte superior do imóvel eles pretendem construir mais quartos para acomodar toda a família.
Voluntário prepara chão para colocar piso em casa de Piracicaba (Foto: Fernanda Zanetti/G1) Doação Além da reforma, os voluntários deram cama, fogão e até geladeira para a família. “Pena que somos poucos e não é todo mundo que tem condições de ajudar mais. Mesmo assim, penso que se cada um fizesse um pouquinho daquilo que pode, o mundo seria um lugar muito melhor para todos", afirmou Forti. FONTE:G1.COM

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