domingo, 1 de março de 2015

A EDUCAÇÃO CLAMA POR SOCORRO

ANTES QUANDO NÃO TINHA TANTAS LEIS QUE DAVAM A MENORES DIREITOS A CIMA DE SEUS DEVERES ,A EDUCAÇÃO NÃO ERA TÃO DIFÍCIL DE SEREM APLICADAS NAS ESCOLAS,ME LEMBRO QUE QUANDO EU ESTUDAVA ,AS MINHAS PROFESSORAS E DIRETORAS TINHAM TOTAL AUTONOMIA SOBRE OS ALUNOS ,QUANDO AS MÃES IAM NAS ESCOLAS GERALMENTE NÃO ERA PARA OUVIR RECLAMAÇÕES E TÃO POUCO FAZER RECLAMAÇÕES ,BOLETINS DE NOTAS EXIGIDOS COM PERFEIÇÃO ,ALUNOS JÁ´MAIS PENSAVAM EM PISAR NA BOLA ,FALTAVA UMA AULA NÃO ERA PERMITIDO ,HOJE O ALUNO PEGA A SEGUNDA AULA E ASSIM SUCESSIVAMENTE,EM ENTREVISTA COM UMA EDUCADORA PUBLICA DE RIBEIRÃO DAS NEVES PUDE OUVIR O INEVITÁVEL DA BOCA DE UMA JÁ´CANSADA PROFESSORA ""OLHA AQUI DAQUI UNS DIA NÃO TEREMOS MAIS AULAS PRESENCIAIS ,EU PERGUNTO COMO ASSIM NÃO HAVERÁ MAIS AULAS PRESENCIAIS ?ELA RESPONDE "" EM ALGUNS ANOS AS AULAS VÃO SER APLICADAS POR COMUTADORES E NÃO POR PROFESSORES E EDUCADORES ,DO JEITO QUE ANDA A REBELDIA E AGRESSIVIDADE DOS ALUNOS AO LONGO DOS ANOS ,TEREMOS AULAS CIBERNÉTICAS E NÃO MAIS PRESENCIAIS,CONTINUA GISELE DIZENDO COM DETALHES .NÃO, PODEMOS MAIS FALAR COM FIRMEZA COM ALUNOS QUE AS MÃES SÃO INFORMADAS E VEM ATÉ A NOS BRAVAS COMO ONÇA ,LEVO MAIS TEMPO TENTANDO MANTER A SALA DE AULA EM ORDEM DO QUE APLICANDO AULAS DE APRENDIZAGEM ,SE PEÇO UMA PARA FICAR CALADO ,OUTRO JÁ SE LEVANTA ,SE PEÇO ELE PARA SE SENTAR OUTRO BRINCA COM O COLEGA DA FRENTE ,SE MANDO ELE SE AQUIETAR-SE OUTRO JÁ PEDE PARA IR AO BANHEIRO,ELE DEMORA PEÇO UM OUTRO ALUNO PARA CHAMA-LO E ACABA FICANDO OS DOIS POR LÁ
, A AUTONOMIA DE PUNIÇÃO DADA AOS EDUCADORES LHES FORAM TOMADAS POR POLITÉCNICOS QUE NEM AO MENOS MATRICULAM SEUS FILHOS NAS ESCOLA PUBLICAS DE SUAS CIDADES ,PODEM VER COM SEUS PRÓPRIOS OLHOS ,VEREADORES ,PREFEITOS ,SECRETÁRIOS ,DEPUTADOS ,ASSESSORES ETC,TODOS TEM ESCOLAS PARTICULARES E CONVÊNIOS MÉDICOS LONGE DOS SISTEMAS PÚBLICOS DE SUAS RESPECTIVAS CIDADES,CONVERSANDO COM O MARIDO DE UMA OUTRA EDUCADORA QUE LECIONA NAS DUAS REDES ,MUNICIPAL E ESTADUAL ,ELE REVELA ALGO MUITO SERIO AO QUAL OS GOVERNANTES PRECISA SABER ,ELE ME DIZ ,MINHA ESPOSA ESTA´COM DISTÚRBIO MENTAL "" PERGUNTEI A ELE PORQUE ELE ME REVELA COM DETALHES TODO O ACONTECIDO ,SEGUNDO ASSUNÇÃO MARIDO DA EDUCADORA ,ELA ESTAVA PASSANDO POR PROBLEMAS DEVIDO AOS CONSTANTES PROBLEMAS ENFRENTADOS NA SALA DE AULA,E AO QUE É AINDA PIOR ,ELA NÃO TEM NEM UM PLANO DE SAÚDE DIGNO PARA FAZER OS TRATAMENTOS NECESSÁRIOS,OBRIGANDO-A A RECORRER AO SUS (SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE ) OBRIGADA A ESPERAR POR LONGOS DIAS ATE´POR MESES ,O PACIENTE ACABA POR NÃO FAZER O TRATAMENTO ,COM ISSO O PROBLEMAS SE TRANSFORMA EM OUTRO AINDA PIOR ,DESTA FORMA OS EDUCADORES DAS REDES PUBLICAS FICAM SEMPRE A MERECER DE UM SISTEMA LENTO E DEFASADO ,LEIS QUE BENEFICIAM SOMENTE A CRIMINOSOS ,ALUNO BATE EM PROFESSORES ,AGRIDEM OS EDUCADORES A TODO O MOMENTO COM PALAVRÕES DE BAIXO ESCALÃO,AMEAÇAM DE MORTE ,FAZEM DEBOCHES NA HORA QUE RECEBEM UMA ADVERTÊNCIAS,O CONSELHO TUTELARES NÃO TEM MAIS O DEVIDO TEMOR QUANDO ACIONADOS , SE HOUVESSE UM INVESTIMENTO COM SEGURANÇA NAS SALAS DE AULAS TERÍAMOS PROFISSIONAIS SATISFEITOS E MAIS DISPOSTOS AO TRABALHO NAS SALAS DE AULAS,CÂMERAS NAS SALAS DE AULAS,NOS PÁTIOS DAS ESCOLAS ,DE CERTA FORAM IRIA REPRIMIR E EVITAR CRIMES E A DESORDEM NAS SALAS OU DENTRO DE UMA ESCOLA ,ALUNOS USAM DROGAS NOS BANHEIROS ,ISSO POR FALTA DE POLICIAMENTO DENTRO DAS ESCOLAS,SE USAM DROGAS NAS ESCOLAS ,É ÓBVIO QUE TAMBÉM TRAFICAM DENTRO DAS ESCOLAS , MUITAS ESCOLAS NEM MUROS TEM ,AS MAS CONDIÇÕES DAS ESCOLAS SE REFLETEM NA APRENDIZAGEM DOS FUTUROS ALUNOS DEIXANDO-OS EM RISCO NO FUTURO , CELULARES ,TABLETS ,NOTEBOOKS ,EM FIM ELETRÔNICOS DEVERIAM SER PROIBIDOS NAS SALAS DE AULAS ,MAS HOJE O CELULARES JÁ´ESTÃO DENTRO DAS SALAS DE AULAS CAUSANDO CONFRONTO ENTRE EDUCADORES E ALUNOS E PAIS DE ALUNOS ESSA É A REALIDADE DA NOSSAS ESCOLAS ONDE A NOSSA EDUCAÇÃO PEDE SOCORRO. FONTE :MATÉRIA A CIMA MUNDO LIVE NEWS NOTICIAS :
---------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- VEJA NA INTEGRA UMA MATÉRIA DO G1 SOBRE OS NOSSOS EDUCADORES Professor no Brasil perde 20% da aula com bagunça na classe, diz estudo Pesquisa da OCDE aponta que 60% dos docentes têm alunos-problemas. Brasil lidera 'ranking' de intimidação verbal entre alunos e professores.
Professor perde muito tempo colocando a classe em ordem (Foto: Reprodução/TV Gazeta) Uma pesquisa feita pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) aponta que no Brasil o professor perde 20% do tempo de aula acalmando os alunos e colocando a classe em ordem para poder ensinar. Além disso, o estudo aponta que 60% dos professores brasileiros ouvidos têm mais de 10% de alunos-problemas em sua sala de aula, o maior índice entre os países participantes do estudo. A pesquisa Pesquisa Internacional sobre Ensino e Aprendizagem (Teaching and Learning Internacional Survey, Talis, na sigla em inglês) ouviu professores de 33 países. O estudo aponta que no Brasil o professor perde 20% do tempo para por a classe em ordem e acabar com a bagunça, 13% do tempo resolvendo problemas burocráticos e 67% dando conteúdo. É o país que onde o professor mais perde tempo de aula. A média dos países da OCDE é de 13% do tempo para acabar com a bagunça. O estudo perguntou aos professores se eles têm mais ou menos de 10% de alunos problemáticos na classe. O Brasil teve 60% dos docentes apontando terem mais de 10% de estudantes problemáticos. Chile, México e Estados Unidos aparecem depois. Na outra ponta, Dinamarca, Croácia, Noruega e Japão têm menos relatos de professores sobre alunos com mau comportamento. Os dados foram levantados em 2013 com alunos do ensino fundamental e ensino médio (alunos de 11 a 16 anos), mas um relatório sobre a questão de comportamento dos alunos foi divulgado este ano. No Brasil, 14.291 professores e 1.057 diretores de 1.070 escolas completaram o questionário da pequisa. A pesquisa Talis coleta dados sobre o ambiente de aprendizagem e as condições de trabalho dos professores nas escolas de todo o mundo. O objetivo é fornecer informações que possam ser comparadas com outros países para que se defina políticas para o desenvolvimento da educação. VEJA ALGUNS DADOS DA PESQUISA: Tempo para por a classe em ordem No Brasil o professor perde 20% do tempo para acalmar os alunos, dar broncas e colocar a classe em ordem. A média da OCDE é de 13%. Aluno que chega atrasado Este não chega a ser um grande problema em comparação a outros. O índice no Brasil é de 51,4%, menor que a média dos países, de 51,8%. Países mais desenvolvidos têm alunos que atrasam mais, como Finlândia (86,5%), Suécia (78,4% Holanda (75,7%), Estados Unidos (73,3%) e França (61,6%). Falta às aulas Também o Brasil está na média, com 38,4%. Suécia (67,2%), Finlândia (64%) e Canadá (61,8) têm números maiores. O menor índice é da República Checa (5,7%). Vandalismo e roubo O Brasil está em segundo lugar neste item, com 11,8% dos relatos dos professores, atrás do México, líder com 13,2% e à frente da Malásia, com 10,8%. Intimidação verbal entre alunos O Brasil lidera a pesquisa com 34,4% dos relatos de professores, seguido pela Suécia (30,7%) e Bélgica (30,7%). Ferimentos em briga de alunos O maior índice é do México (10,8%), seguido por Chipre (7,2%) e Finlândia (7%). O Brasil aparece em quarto com 6,7%. Intimidação verbal de professores O Brasil é primeiro lugar com 12,5%. Em seguida vem a Estônia (11%). Uso e posse de drogas e/ou álcool Nos relatos, o Brasil tem o mais índice (6,9%), seguido pelo Canadá (6%). Formação do professor A pesquisadora Gabriela Moriconi, da Fundação Carlos Chagas, participou do levantamento. Ela também fez pesquisas em Ontário, no Canadá, e na Inglaterra, e percebeu que a formação dos professores é melhor nestes países. Ainda de acordo com o estudo, no Brasil, mais de 90% dos professores dos anos finais do ensino fundamental concluíram o ensino superior, mas cerca de 25% não fizeram curso de formação de professores. Em comparação, no Chile aproximadamente 9 entre 10 professores concluíram tais cursos, assim como quase todos os professores na Austrália e em Alberta (Canadá). "No Brasil, por problemas de salários e outras atividades, se coloca um professor que não foi preparado para dar aquela disciplina. Além disso, a média no Brasil é de 31 alunos por classe, enquanto nos outros países é de 24 alunos", destaca Gabriela. Segundo ela, é preciso criar um sistema de planejamento de políticas de apoio às escolas e aos professores para lidar com alunos que estão se desenvolvendo. "Todo mundo entende que na pré-adolescência os estudantes testam seus limites e estão aprendendo a ser autônomos", afirma a pesquisadora. "Antes de acharmos que nosso aluno é preciso ver que em outros países os estudantes têm muito apoio que no nosso não tem." Em seu relatório, a pesquisadora conclui que "a construção de uma cultura escolar positiva pode ser uma forma de reduzir problemas de comportamento e absentismo, e, portanto, melhorar as condições de aprendizagem dos alunos". "Uma maneira de criar um ambiente mais positivo é envolver os alunos, pais e professores nas decisões da escola. Professores que trabalham em escolas com um maior nível de participação entre as partes interessadas têm menos relatos de alunos com problemas de comportamento em suas salas de aula." FONTE:MUNDO LIVE NEWS NOTICIAS /G1.COM.BR

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