sábado, 28 de março de 2015

GAYS PODERÁ USAR BANHEIRO DE ACORDO SEXO ESCOLHIDO, OU SEJA GAY PODERÁ´USAR BANHEIRO FEMININO E LÉSBICAS PODERÁ USAR BANHEIRO MASCULINO

HOJE DIA 28/03/2015 O PASTOR SILAS MALAFAIA QUESTIONOU O DIREITO CONCEDIDO AOS GAYS DE USAREM BANHEIRO FEMININO OU VICE VERSA ,DISSE AINDA QUE ESTÃO QUERENDO ACABAR COM OS PRECIPÍCIOS LEGAIS E RELIGIOSO DAS FAMÍLIAS, VEJA ESTA MATÉRIA A BAIXO E FALE A NOS ,O QUE VOCÊ ACHA DESSA LEI ,SERIA UM CHOQUE AS NOSSAS CRIANÇAS OU SERIA A HORA DE JÁ PREPARARMOS PARA OS FUTUROS ACONTECIMENTOS
FONTE IMAGEM :trombetagospel.com.br Homem que “se sentir mulher”, pode utilizar banheiro feminino Recentemente funcionárias do Shopping Barra, localizado em Salvador (BA), fizeram um abaixo-assinado, encaminhado à direção do centro comercial, pedindo que uma pessoa transexual fosse impedida de utilizar o banheiro feminino. O caso ganhou grande repercussão. pois o público LGBT uniu-se contra ao que chamaram de homofobia. Para o ativista transexual, Fernando Gabriel, faltou “discernimento às funcionárias”. “Elas precisam entender que uma transexual feminina também tem a identidade de gênero de uma mulher. Apenas nasceu em um corpo que não condiz com a sua cabeça. Ela é uma mulher e tem o direito de usar o banheiro. É absurdo [as funcionárias] acharem que podem ser vítimas de qualquer ato constrangedor. Seria como proibir as mulheres que são lésbicas de usar o banheiro, o que seria outro enorme absurdo”, disse. No Estado de São Paulo, a defensoria pública possui o “Núcleo Especializado de Combate a Discriminação, Racismo e Preconceito”. O site disponibiliza diversas cartilhas de orientações jurídicas acerca dos direitos dos homossexuais, dentre eles, o direito da utilização do banheiro feminino, por travestis e homossexuais. Segundo o parecer do Núcleo: “É possível conciliar a utilização do banheiro feminino por mulheres e transexuais ou travestir, tendo em vista que as travestis e transexuais sentem-se como mulheres e agem socialmente como mulheres, assim como as mulheres que assim são por determinação biológica. Em razão disso, as travestis e transexuais devem ser encaradas como mulheres na utilização do banheiro e em qualquer ocasião de suas vidas sociais.” Em outro caso, um travesti recebeu indenização por ter sido impedido de usar o banheiro feminino. O 1º Juizado Cível de Rio Branco condenou a casa noturna ‘Forró do Bené’ por ter causado “dor emocional” na vítima. Não foi esclarecido se, na prática, qualquer “homem” poderia entrar no banheiro feminino, alegando “sentir-se uma mulher”, pois, segundo a orientação jurídica da Defensoria, a identidade de gênero decorre de “um sentimento pessoal”. Algumas questões estão pendentes de esclarecimentos e parece ser bastante complicadas, quais sejam: a) instalação de mictórios nos banheiros femininos, para o caso dos homossexuais que não optaram pela retirada do órgão genital masculino; b) qualquer pessoa do sexo masculino pode entrar em banheiros femininos, bastando alegar que é “uma mulher por dentro”, pois não foi estabelecido documento ou vestes necessárias para a caracterização. Além disso, não há fiscalização; c) crianças, principalmente, meninas, costumam ficar assustadas com pessoas do sexo feminino no mesmo banheiro. Os pais, geralmente, não conseguem esclarecer a tese de que a identidade de gênero decorre de “um sentimento pessoal”; d) Como é feita a fiscalização para determinar quem é ou não é travesti. Não há pessoas na porta dos banheiros públicos com o poder de “julgar” quem pode ser considerado travesti. Não há uma lista de roupas, pinturas e sapatos que definem o acesso. Como já dito, é algo subjetivo, pessoal; e) Se um homem entrar no banheiro alegando que é “uma mulher por dentro”, não há como provar o contrário; e) Há homens que afirmam que são travestis apenas à noite, vivendo como homem, normalmente, durante o dia e se “transformando” à noite. Da Redação / Trombeta Gospel ========================================================================================================================== MANDE SUA OPINIÃO OU SUGESTÃO DE REPORTAGENS PARA NOSSOS E-MAIL OU TWITTER /FACEBOOK OU --------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- MUDOLIVENEWSNOTICIAS@YAHOO.COM.BR ---------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- MUNDOLIVENEWS@GMAIL.COM ----------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- MUNDOLIVENEWS@HOTMAIL.COM ----------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- LEIA TAMBÉM Uma menina de dez anos entra no banheiro feminino de uma pizzaria e se assusta. Ela volta para sua mãe e cochicha: “Tem um homem lá dentro do banheiro! Ele tá vestido de mulher!” A mãe não tem dúvida: numa reação natural que qualquer outra mãe teria, reclama para o dono da pizzaria. O dono, em atenção à mãe e à segurança dela e sua filha, pediu, quase que implorando, para que o homem vestido de mulher não voltasse mais ao banheiro feminino. Toda a humilhação e imploração do dono de nada valeram. O caso chegou à Secretaria da Justiça do Estado de São Paulo, que telefonou — não para a mãe e sua filha —, mas para o homossexual, de nome Laerte Coutinho, dizendo que a pizzaria violou a lei estadual 10.948/2001, sobre discriminação por orientação sexual ou identidade de gênero. A pizzaria será multada e ameaçada por forças governamentais a serviço e seviciadas pelo movimento gay. Laerte está determinado a exigir essa truculência estatal contra a pizzaria, como lição para todas as meninas do Brasil que encontrarem um gay no banheiro das mulheres.
Homossexual Laerte Coutinho exige “direito” de estar em banheiros femininos com meninas de 10 anos A Secretaria da Justiça não se incomodou em telefonar para a menina de 10 anos, nem para sua mãe, talvez porque o marmanjo gay seja funcionário do notório jornal esquerdista Folha de S. Paulo, que já foi denunciado por defender descaradamente o assassinato de crianças em gestação. O caso expõe nitidamente a hipocrisia do governo e da imprensa esquerdista. Na polêmica lei da palmada, os dois atacaram os pais e sua autoridade, alegando que os interesses das crianças devem estar acima de tudo. Mas quando um homossexual entra no cenário, o holofote fica só para ele, e a pobre criança é atirada para um cantinho escuro. Se a menina tivesse ligado para a Secretaria de Justiça denunciando que sua mãe lhe deu umas palmadas, a resposta governamental teria vindo imediatamente para punir a mãe. Mas se a menina tivesse denunciado, “Tem um homem vestido de mulher no banheiro!”, a resposta governamental nunca viria para punir o sem-vergonha. Viria, isso sim, para ameaçar o dono do estabelecimento, a mãe da criança (por ter ensinado “homofobia” para a menina) e para dar uma bronca na menina por deixar sua mãe lhe ensinar “preconceito, discriminação e ódio”. O governo e a mídia incitam crianças a denunciar os pais, que são os maiores protetores de seus filhos. Mas o governo e a mídia nunca incitam crianças a denunciar predadores homossexuais. Tudo indica que, na visão governamental e midiática, pais são muito mais perigosos do que esses predadores. A Folha de S. Paulo, que está gritando histericamente em favor de seu funcionário homossexual, calou-se para o fato de que uma menina estava envolvida. Nenhum jornalista nem autoridade governamental e muito menos um membro do Conselho Tutelar apareceu para dizer: “Ei, temos de colocar a menina antes do homossexual!” É uma vergonha colossal que o Estado de São Paulo sob o PSDB e a Folha de S. Paulo estejam colocando o homossexual na frente da menina. Poderia haver perigo com a presença de um homossexual num banheiro feminino com uma menina por perto? Homens homossexuais também ameaçam meninas. Apesar de seu padrão politicamente correto, até mesmo a Globo não deixou de noticiar o caso de dois pais-de-santo homossexuais que estupraram uma menina de 9 anos. Qualquer caso de uma menina na presença de um homem no banheiro feminino é suficiente para despertar justa indignação em qualquer pessoa normal, especialmente nos pais. Tal indignação só aumenta diante da injustiça de uma imprensa e até governo que tratam com descaso uma menina e sua mãe a fim de prestigiar um marmanjo homossexual. Casos como esse só tendem a inflamar e incitar a violência contra os homossexuais, porque embora a imprensa e até o governo coloquem homossexuais na frente de uma menina e sua mãe, as pessoas normais sempre defenderão uma menina ameaçada pela presença de marmanjos em banheiros femininos. Se até nos banheiros masculinos os homens estão enfrentando problemas provocados por homossexuais, por que estender agora essa insegurança aos banheiros das mulheres? Cada vez mais, de forma descarada, shopping centers e outros lugares estão sendo usados como pontos de prostituição gay — bem nos banheiros masculinos. E, talvez por temor da obsessão anti-“homofobia, os homens olhem e ignorem. Já presenciei homossexuais que, dentro do banheiro do shopping, ficam ali como canibais do sexo anal, olhando cada homem que entra, esperando uma oportunidade de sexo. A lei 10.948/2001, que está sendo usada para garantir que o marmanjo gay tenha acesso aos banheiros femininos, é uma insanidade do PSDB. Embora o PLC 122 não tenha sido aprovado como lei federal, o governo estadual do PSDB aprovou uma lei anti-“homofobia” no Estado de São Paulo em 2001. A lei foi criada em resposta à reivindicação de dois homossexuais que estavam se beijando em público e se queixaram de pessoas próximas que se sentiram ofendidas. A lei do PSDB foi criada especificamente para proteger o erotismo homossexual em público. Como resultado direto dessa lei: Todas essas consequências vieram de uma lei específica para beneficiar dois gays que queriam a liberdade de se beijar em público, na frente de adultos e crianças. Que tipo de lei farão agora para atender ao marmanjo gay que exige estar com meninas e suas mães nos banheiros femininos? Enquanto isso, o que uma mãe deverá dizer à sua filha de 10 anos que testemunhar um marmanjo gay no banheiro feminino? Ficar em silêncio para não ofender o marmanjo? FONTE:MUNDO LIVE NEWS NOTICIAS FONTE:Trombeta Gospel Fonte: www.juliosevero.com B

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